Trade Mídia lança ferramenta para monitoramento de redes sociais

Acompanhando o crescente mercado de redes sociais, a Trade Mídia em parceria com a Woit Engenharia e Adeptsys de Florianópolis, lança a TradeFollow, uma ferramenta para monitoramento de mídias sociais.
A Trade Mídia que já vem atuando há mais de quatro anos na gestão do relacionamento via web dos seus clientes, além de produzir conteúdo e disseminar através do e-mail marketing pode agora aproximar ainda mais as empresas de seus clientes através de monitoramento e interação em tempo real em todas as mídias sociais.

 

A lógica de busca é a mesma do Google, capaz de monitorar determinadas palavras chaves em blogs, redes sociais como Twitter e Facebook. A partir da ferramenta quantifica e qualifica as menções como positivas, neutras e negativas auxiliando o mapeamento do mercado e apresentando oportunidades e ameaças, questões como, por exemplo, demanda para determinado produto ou dificuldades encontradas pelos clientes.
Todo cuidado é pouco, mesmo para aquelas empresas com atuação tímida nas redes sociais ou até para aquelas que ainda não estão na internet.

  As pessoas viraram mídia, expressam suas opiniões e experiências com produtos e serviços em suas páginas nas redes sociais ou em blogs.

Essa nova postura do consumidor de testemunhar ou comentar pode afetar a percepção da marca ou do produto e pode também servir como fonte de pesquisa e oportunidade de negocio, além de apontar tendências.
A nova ferramenta permite organizar todas essas citações e extrair relatórios de forma prática,  ágil e intuitiva. Os filtros podem ser por data, palavras associadas, sentimento (positivas, neutras ou negativas), por autores (Top 10), por fonte ( Twitter, YouTube, Facebook, blogs, etc). Possui também outros recursos como visualizar links externos sem precisar abrir novas janelas, controlar e avisar em tempo real caso o número de citações ultrapasse o limite contratado.

 

 

10 coisas que sua marca não deve fazer nas redes sociais

Não é novidade que as mídias sociais assumiram um papel fundamental na comunicação de marcas e consumidores e, assim como seu grande alcance pode jogar uma marca ao topo das discussões por uma campanha de sucesso, também pode mandar o trabalho de muito tempo para o espaço por causa de algo que parecia ser um detalhe.

As gafes online já provocaram processos judiciais, má reputação, perda de seguidores e consumidores e – no melhor dos casos – constrangedores pedidos de desculpas em público.

Fique atento nesta lista de erros e escorregões que podem causar má impressão e denegrir a imagem de uma marca no ambiente online – e fora dele.

1-      Fazer spam

Mensagens automáticas e genéricas irritam os seguidores, que se sentem “falando” com uma máquina. Se você quer a atenção e o respeito de seus consumidores, seja autêntico e transparente.

2-      Entrar em discussões polêmicas

Rebater ou discutir temas polêmicos em redes sociais pode prejudicar uma marca se ela ainda não possui um posicionamento claro, público e conhecido dos consumidores. Isso não significa que se deve ficar em cima do muro, mas que é preciso ter cuidado. É mais fácil escorregar quando não se conhece o caminho.

3-      Demorar para atualizar perfis

Perfis desatualizados causam impressão de atraso e descuido. Nas redes sociais, é preciso estar presente e ser ágil nos feedbacks. Faça um planejamento para atualizar seus perfis pelo menos uma vez por dia ou desative-os. Ficar no “semanalmente” ou “mensalmente” é saia justa.

4-      Fazer um post a cada 5 minutos

“As pessoas normalmente pecam mais na falta do que no excesso, mas os dois são prejudiciais”, diz Marco Gomes. “Atualizar diariamente” não signfica inundar a timeline de seus seguidores com mensagens. Tenha cuidado com isso.

5-      Tropeçar na língua

Erros ortográficos são feios em qualquer lugar. Leia mais de uma vez com atenção e sempre revise um texto antes de publicá-lo. Melhor evitar “CAPS LOCK”.

6-      Priorizar feedbacks negativos

Os feedbacks negativos são tão importantes quanto os positivos. Um erro muito comum é ver o problema de uma pessoa como prioridade e tratá-la diferente por isso.

7-      Não ter conteúdo interessante

Os perfis em redes sociais devem ser o reflexo da identidade de marca. Faça promoções, divulgue condições especiais de compra e pagamento, mas também aproveite para ter conteúdos relevantes sobre o universo que rodeia sua marca e está presente no cotidiano de seus clientes.

8-      Fazer críticas a concorrentes

Esse é um ponto muito delicado. Aqui no Brasil temos uma restrição grande a citações de concorrentes. Isso pode ser quebrado nas redes sociais, mas deve ser feito com elegância. Criticar concorrentes e ser arrogante em relação a outras marcas do mesmo segmento pode chamar ainda mais atenção para a concorrência.

9-      Responder de forma rude

Ser rude quando um cliente fala mal de seu produto só piora a situação. Tente entender qual é a razão do descontentamento e ajudar no que for necessário, mas jamais use ironia ou duplo sentido para tentar convencer seu cliente de que ele está errado.

10-  Ter uma linha de comunicação confusa

Gírias, palavrões e linguagem culta demais serão deslizes se não estiverem de acordo com a linha de comunicação da marca. Por isso não podem ser generalizados como grandes causadores de problemas. Conheça seu público e saiba como ele se comunica para impactá-lo sem constrangimentos.

Fonte: EXAME & Marketing

O que é mídia social para sua empresa?

 

Esse é um tema frequentemente debatido e muitas empresas gostariam de dominar e entender toda essa revolução que a internet vem passando. Todas as suas transformações desde o surgimento da web 2.0 e do avanço das redes sociais. Na verdade a maioria das empresas ainda olha para as mídias sociais como um lugar com uma grande audiência para veicular o seu comercial.

O primeiro grande desafio é o fator cultural, as empresas e agências de publicidade estão acostumadas a calcular GRP de um veículo de mídia ou programação que possuem grande audiência para atingir o seu público-alvo. Trabalham a verba do cliente utilizando várias outras formulas como CPM, CPP, entre outras, para alcançar o melhor investimento. E nas mídias sociais compramos audiência?

Marcelo Coutinho diretor de Análise de Mercado do IBOPE Inteligência em seu artigo “Quanto vale uma rede social ?”  , nos faz refletir e ajuda a entender e a melhor conceituar uma rede social. Para Marcelo Coutinho é um equivoco medir o valor de uma rede social pela sua audiência, pois equivale a igualar um “espectador” a um “amigo” ou “inimigo”.

“Uma rede social é algo infinitamente mais valioso que uma audiência, mas ao mesmo tempo é mais fluida, menos passiva e mais instável.

Ela não se baseia em critérios “imobiliários” de compra e venda de “espaço” entre seus integrantes, como na mídia tradicional. Sua “moeda” é outra: a capacidade de mobilizar indivíduos (ou avatares) em torno de um tema. Esta capacidade tem um conceito equivalente ao que na sociologia é chamado de “capital social”.

Eu prefiro chamar Rede Social de “Mídia Social” porque redes sociais sempre existiram mesmo antes do surgimento da internet, nossa comunidade é uma rede social composta por pessoas que interagem entre si. É claro que a mídia tradicional e mídia social são parecidas e podem ser exploradas para trabalhar qualquer marca, porque são meios de comunicação e com grande valor de resultado.

A grande diferença a meu ver está na “Comunicação”, na mídia tradicional a ação publicitária é predatória e muitas vezes com mensagens indesejáveis, enquanto que na mídia social é participativa, as pessoas conversam e esperam que as marcas façam o mesmo, com informações relevantes e úteis para elas. O expectador confia cada vez menos na propaganda paga, a prova está no resultado da pesquisa realizada pela empresa americana Edelman de Relações Públicas dos EUA. Embora sem dados para o Brasil, o levantamento apontou que para os jovens adultos americanos (entre 25 e 34 anos), a Wikipédia, os blogs e o YouTube superam em credibilidade a propaganda tradicional, quando o assunto são empresas.

Qual a credibilidade de cada fonte de informação sobre uma empresa?* 



 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Blog do digital age. 
Pesquisa : Trust Barometrer 2008, Edelman (*somente respostas “extrema credibilidade” ou “muita credibilidade”)

A comunicação de uma empresa nas mídias sociais deve ser permanente e não sazonal, por períodos como é feita na mídia tradicional. Como diz o Marcelo em seu artigo “Capital social não se “compra”, se constrói. Através de interações relevantes, recíprocas e duradouras-ou seja, um projeto de comunicação com redes sociais não vai caber na régua estreita do “ROI” de orçamentos mensais. Mais do que grandes números –ou investimentos— exige um trabalho constante e perene.

Com a Mídia Social  conversarmos com os nossos clientes em grande escala, respondemos os seus elogios, opiniões e também as críticas, podemos monitorar o que estão falando de nossa empresa e solucionar um problema muitas vezes em tempo real.

Não se engane ao pensar que todos os seus clientes estão satisfeitos com sua empresa, por isso, atenda as necessidades desses clientes antes que disseminem suas insatisfações em suas redes sociais.

Por: Airton Hilário Schaefer 

A comunicação nos novos tempos

    O futuro nos encanta. Gostaríamos de saber como será o mundo amanhã. Cientistas e escritores nos mostram um conjunto de cenários de evolução e a maioria das pessoas concorda num ponto fundamental: a tecnologia está mudando de forma acelerada nosso mundo. oakley batwolf icons blue Temos acesso a uma variedade de informações que seriam inimagináveis em épocas passadas. new balance cheap jordans uk Nenhuma outra tecnologia terá mais impacto na vida das pessoas nos próximos anos do que a internet. Adidas Jeremy Scott A digitalização e a interatividade facilitam a disseminação da informação. new balance chaussures São fatores de aceleração de um novo formato que derrubará as fronteiras da informação e do conhecimento. A era semântica se aproxima. ugg roxy tall 5818 A participação com informações e conhecimentos em tempo real, em dados lincados e estruturados, permitirão que os motores de busca cheguem a conclusões e não apenas em simples dados, resultados com base em palavras-chaves. lunette de soleil ray ban homme pas cher O caminho para essa nova era começou no final do século passado. ray ban aviator crystal Em 1989 Tim Berners-Lee, um cientista de computação, inventou a World Wide Web, iniciando uma revolução da mídia com a internet. new balance men’s Nike France O rádio gratuito via internet aparece, a televisão via internet permite aos telespectadores evitarem comerciais e todos os dias milhões de pessoas leem jornais online. nike air max 1     O computador supera as vendas dos televisores no Brasil e o tempo de permanência do brasileiro na internet é o maior do mundo. asics soldes O Flickr torna-se o maior repositório de fotos da história, assim como o YouTube para os filmes e a Wikipedia como dicionário online. O blog se apresenta como importante canal de comunicação e o microblog Twitter possibilita uma comunicação em tempo real. asics uk Outras mídias sociais como o Orkut e Facebook lideram o ranking dos sites mais visitados, assim a internet deixa de ser uma rede de computadores e passa ser uma rede de pessoas com o mesmo interesse, convivendo em comunidades. classic short womens ugg boots As marcas se transformam em mídias, os leitores em comentadores. Um em cada três internautas dá sua opinião sobre marcas, produtos e serviços. Os consumidores passaram a gostar de interagir e opinar. Querem mais do que consumir produtos, querem participar da sua criação. asics pas cher Os profissionais de marketing nos dias de hoje, de crise e redes sociais, precisam monitorar as conversas na internet para descobrir se sua marca é tema de discussão, a melhor maneira de identificar potenciais clientes para suas empresas. New Balance Homme asics rose O grande desafio para os profissionais de comunicação é apresentar soluções aos seus clientes para que acompanhem essa evolução. nike air jordan femme Você já sabe como?

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O consumo digital e a influência digital no consumo

Antes de comprar um carro, por exemplo, o suposto cliente busca saber tudo sobre o modelo desejado. Pede opinião para amigos que já o tiveram, lê revistas sobre o assunto, e, principalmente, pesquisa na internet. adidas stan smith A grande internet, onde tudo se encontra. Essa é uma realidade cada vez mais presente. adidas superstar Antes de comprar um objeto de desejo, o usuário entra nos sites das marcas, pesquisa nas redes sociais, lê críticas e elogios. Afirmando esta ideia, a agência Fleishman-Hillard dos EUA, divulgou neste mês um estudo sobre o comportamento do consumidor digital, que aponta a influência da internet na decisão de compra. uggs uk sale

Segundo o levantamento, 66% dos entrevistados utilizam a web para determinar a compra, ou não, de um produto.

Por outro lado, 61% afirmam buscar a opinião de amigos, parentes ou colegas; 61% recorrem ao e-mail; 42% à televisão; 43% utilizam os jornais impressos para fazer a escolha; 37% mala direta; e, empatados com 28% cada, revistas e emissoras de rádio aparecem com menor escala na influência de compra. asics gel kayano E toda essa influência da internet, aliada a influência dos amigos e parentes traz benefícios também para o consumo digital. Principalmente o social-commerce, onde as vendas são feitas diretamente nas redes sociais. adidas sneakers De acordo com Ricardo Grandinetti, gerente de produtos da LikeStore (www.likestore.com.br – site responsável por disponibilizar vendas pelo facebook), o comportamento social moderno mostra como a internet tem importância no dia a dia das pessoas nos dias de hoje. “Até as coisas mais simples são feitas dentro da rede atualmente. nike air max tn soldes O tradicional boca a boca continua existindo hoje, por meio das redes sociais. new balance shoes É comum encontrar pessoas no Facebook, ou no Twitter, procurando mais informações sobre algum produto especifico”, explica. basket nike tn soldes “Isso abre um grande caminho para o crescimento do social commerce, que utiliza a opinião dos próprios amigos para recomendar positiva, ou negativamente, um produto”, afirma Grandinetti. adidas outlet

A tecnologia está ao nosso redor e a nosso favor. Cabe a nós utilizá-la com sabedoria e aproveitar as novidades.