O novo site da Trade Mídia está no ar!

Isso mesmo. Novo layout, páginas de fácil acesso, novos botões para você selecionar o que deseja conhecer sobre a gente e muitas outras novidades.

Base de Conhecimento

Clicando na aba “Produtos”, você pode selecionar e conhecer detalhadamente nossas duas ferramentas, o TradeMail (ferramenta de E-mail Marketing e o TradeFollow (ferramenta de Monitoramento de Mídias Sociais), pode aprender a utilizá-las, conhecer seus recursos e conferir os planos e preços.

 

Crie Contas Teste Gratuitas

Conheça melhor nossas ferramentas! Você pode criar uma conta teste no TradeMail e realizar até 5 disparos de e-mail marketing para 250 contatos durante 30 dias sem custos. Pode também criar uma conta teste para o TradeFollow, e poderá monitorar por 14 dias a sua marca nas redes sociais.

 

Mais que Ferramentas, Conheça nossos Serviços

Os serviços que nós oferecemos, são baseados em soluções para o seu negócio. Além das eficazes ferramentas citadas acima nós oferecemos o acompanhamento e o apoio de especialistas. Com esta combinação, podemos garantir e assegurar resultados positivos para o seu programa de marketing.

Temos dois planos para melhor atender as suas necessidades:

*Serviço Premium: você terá atendimento através do Helpdesk ou por telefone por um de nossos atendentes. O atendente, através desse serviço, irá acompanhar e sanar aqueles fatores mais críticos ou então, irá encaminhar o problema a um técnico de nível avançado que resolverá o seu problema. Também inclui a gestão de envio de suas campanhas de e-mail marketing.

*Serviço Custom: você terá atendimento exclusivo e personalizado por profissionais familiarizados com suas necessidades que irão auxiliá-lo em tudo que você precisa para obter grandes resultados no e-mail marketing: criação e atualização de templates, higienização da base de contatos, segmentação de suas listas, sugestões de campanhas inteligentes, entre outros.

 

Conheça nosso novo site, nossas ferramentas e o que podemos oferecer para melhorar a comunicação entre sua empresa e seus clientes!

Novas atualizações na ferramenta TradeFollow

 

A última atualização da ferramenta TradeFollow chega com algumas novidades interessantes para melhorar o seu monitoramento.

 Fique por dentro e aproveite tudo que ela oferece:

 

  • A aba “Relatório” foi adicionada e através dela é possível visualizar relatórios completos do seu monitoramento e exporta-los em pdf. Estão disponíveis as seguintes opções de relatório: resumido, analítico, blogs e notícias. Vale lembrar que os filtros globais também se aplicam aos relatórios.

 

 

  • As opções para filtrar o monitoramento também foram melhoradas. Agora você pode selecionar todas as opções que deseja filtrar e aplicar o filtro.

 

 

  • Lembrando que, sempre que tiver um filtro não aplicado o botão fica vermelho, ou seja, ele está indicando que você precisa clicar no botão “aplicar filtros” para poder validar as opções selecionadas.

 

 

Algumas mudanças ocorreram também na utilização do filtro de “Grupos”. São elas:

 

  • Agora os Grupos que aparecem quando você entra em um monitoramento são os grupos desse monitoramento específico. Se você quiser ver todos os grupos existentes (dos outros monitoramentos), pode clicar em “mostrar todas”.
  • Foi adicionada a opção de editar o nome do grupo.

 

  • Foi adicionada a possibilidade de excluir o grupo. Quando você exclui um grupo, ele não apenas desaparece do filtro de Grupos como também exclui todos os outros grupos de todas as citações que haviam sido classificadas com ele.

 

  • E por fim, além de monitorar os comentários de uma fan page do Facebook, você também pode visualizar o número de curtidas e os comentários que essa citação possui.

Novidades na versão TradeFollow!

Sempre pensando em melhorar, estamos com novidades na nossa ferramenta de monitoramento de mídias sociais! Confira:

  • Suporte a dois novos modelos de monitoramento

Todas as versões anteriores da TradeFollow seguiam o conceito de “busca por termo”. Agora já está disponível dois novos formatos de monitoramentos distintos. São eles:

  1. Monitoramento de comentários de um vídeo no Youtube: esse monitoramento coleta todos comentários realizados para um determinado vídeo de interesse, independente de filtro de termo,  ideal para acompanhar um vídeo da marca sobre tudo que está sendo comentado dele. Para cadastrar basta escolher “Novo Monitoramento > Vídeo do Youtube” e informar o código do vídeo ou o link da página do vídeo para adicionar esse acompanhamento. Todo vídeo capturado via termo de busca possui também um atalho facilitando esse cadastro de acompanhamento. Assim você acompanha tudo em um só local, na TradeFollow.
  2. Monitoramento de páginas no Facebook (fanpages): esse monitoramento realiza o acompanhamento de todas as citações de uma determinada página no Facebook, podendo assim acompanhar tudo o que se está sendo citado nesses locais. É importante informar que o conteúdo de uma fanpage só pode ser recuperado dessa maneira e seus comentários não ficam presentes no monitoramento por termo de busca no facebook. Para cadastrar basta escolher “Novo Monitoramento > Página do Facebook” e informar o link da página do Facebook desejada para adicionar esse monitoramento.
  • Suporte a Classificação (TAGS)

A ferramenta agora possui suporte a classificação de citações, podendo organizar muito melhor o conteúdo capturado e tirar relatórios muito mais específicos.

Colocando o mouse sobre cada citação, um campo na cor branca será apresentado na parte inferior ao conteúdo citado, podendo lá escrever o texto de uma nova tag (mais enter para adicionar) ou selecionar uma das tags já existentes.

A lista de tags é a mesma independente do monitoramento, possibilitando a compatibilidade de consolidação de conteúdo para análises.

Através do gráfico de “Distribuição por classificação” é possível acompanhar o volume de ocorrências por tag utilizada, mostrando o volume e a porcentagem relativa ao total de citações analisadas.

  •   Gráfico de gênero

Disponibilizamos também o gráfico para acompanhamento do Gênero dos autores, porém esses dados ainda só estão sendo coletados das mídias sociais Facebook e Google+. As demais ainda não possuem dados confiáveis para esse tipo de análise.

Fonte: Brandviewer

10 coisas que sua marca não deve fazer nas redes sociais

Não é novidade que as mídias sociais assumiram um papel fundamental na comunicação de marcas e consumidores e, assim como seu grande alcance pode jogar uma marca ao topo das discussões por uma campanha de sucesso, também pode mandar o trabalho de muito tempo para o espaço por causa de algo que parecia ser um detalhe.

As gafes online já provocaram processos judiciais, má reputação, perda de seguidores e consumidores e – no melhor dos casos – constrangedores pedidos de desculpas em público.

Fique atento nesta lista de erros e escorregões que podem causar má impressão e denegrir a imagem de uma marca no ambiente online – e fora dele.

1-      Fazer spam

Mensagens automáticas e genéricas irritam os seguidores, que se sentem “falando” com uma máquina. Se você quer a atenção e o respeito de seus consumidores, seja autêntico e transparente.

2-      Entrar em discussões polêmicas

Rebater ou discutir temas polêmicos em redes sociais pode prejudicar uma marca se ela ainda não possui um posicionamento claro, público e conhecido dos consumidores. Isso não significa que se deve ficar em cima do muro, mas que é preciso ter cuidado. É mais fácil escorregar quando não se conhece o caminho.

3-      Demorar para atualizar perfis

Perfis desatualizados causam impressão de atraso e descuido. Nas redes sociais, é preciso estar presente e ser ágil nos feedbacks. Faça um planejamento para atualizar seus perfis pelo menos uma vez por dia ou desative-os. Ficar no “semanalmente” ou “mensalmente” é saia justa.

4-      Fazer um post a cada 5 minutos

“As pessoas normalmente pecam mais na falta do que no excesso, mas os dois são prejudiciais”, diz Marco Gomes. “Atualizar diariamente” não signfica inundar a timeline de seus seguidores com mensagens. Tenha cuidado com isso.

5-      Tropeçar na língua

Erros ortográficos são feios em qualquer lugar. Leia mais de uma vez com atenção e sempre revise um texto antes de publicá-lo. Melhor evitar “CAPS LOCK”.

6-      Priorizar feedbacks negativos

Os feedbacks negativos são tão importantes quanto os positivos. Um erro muito comum é ver o problema de uma pessoa como prioridade e tratá-la diferente por isso.

7-      Não ter conteúdo interessante

Os perfis em redes sociais devem ser o reflexo da identidade de marca. Faça promoções, divulgue condições especiais de compra e pagamento, mas também aproveite para ter conteúdos relevantes sobre o universo que rodeia sua marca e está presente no cotidiano de seus clientes.

8-      Fazer críticas a concorrentes

Esse é um ponto muito delicado. Aqui no Brasil temos uma restrição grande a citações de concorrentes. Isso pode ser quebrado nas redes sociais, mas deve ser feito com elegância. Criticar concorrentes e ser arrogante em relação a outras marcas do mesmo segmento pode chamar ainda mais atenção para a concorrência.

9-      Responder de forma rude

Ser rude quando um cliente fala mal de seu produto só piora a situação. Tente entender qual é a razão do descontentamento e ajudar no que for necessário, mas jamais use ironia ou duplo sentido para tentar convencer seu cliente de que ele está errado.

10-  Ter uma linha de comunicação confusa

Gírias, palavrões e linguagem culta demais serão deslizes se não estiverem de acordo com a linha de comunicação da marca. Por isso não podem ser generalizados como grandes causadores de problemas. Conheça seu público e saiba como ele se comunica para impactá-lo sem constrangimentos.

Fonte: EXAME & Marketing

O que é mídia social para sua empresa?

 

Esse é um tema frequentemente debatido e muitas empresas gostariam de dominar e entender toda essa revolução que a internet vem passando. Todas as suas transformações desde o surgimento da web 2.0 e do avanço das redes sociais. Na verdade a maioria das empresas ainda olha para as mídias sociais como um lugar com uma grande audiência para veicular o seu comercial.

O primeiro grande desafio é o fator cultural, as empresas e agências de publicidade estão acostumadas a calcular GRP de um veículo de mídia ou programação que possuem grande audiência para atingir o seu público-alvo. Trabalham a verba do cliente utilizando várias outras formulas como CPM, CPP, entre outras, para alcançar o melhor investimento. E nas mídias sociais compramos audiência?

Marcelo Coutinho diretor de Análise de Mercado do IBOPE Inteligência em seu artigo “Quanto vale uma rede social ?”  , nos faz refletir e ajuda a entender e a melhor conceituar uma rede social. Para Marcelo Coutinho é um equivoco medir o valor de uma rede social pela sua audiência, pois equivale a igualar um “espectador” a um “amigo” ou “inimigo”.

“Uma rede social é algo infinitamente mais valioso que uma audiência, mas ao mesmo tempo é mais fluida, menos passiva e mais instável.

Ela não se baseia em critérios “imobiliários” de compra e venda de “espaço” entre seus integrantes, como na mídia tradicional. Sua “moeda” é outra: a capacidade de mobilizar indivíduos (ou avatares) em torno de um tema. Esta capacidade tem um conceito equivalente ao que na sociologia é chamado de “capital social”.

Eu prefiro chamar Rede Social de “Mídia Social” porque redes sociais sempre existiram mesmo antes do surgimento da internet, nossa comunidade é uma rede social composta por pessoas que interagem entre si. É claro que a mídia tradicional e mídia social são parecidas e podem ser exploradas para trabalhar qualquer marca, porque são meios de comunicação e com grande valor de resultado.

A grande diferença a meu ver está na “Comunicação”, na mídia tradicional a ação publicitária é predatória e muitas vezes com mensagens indesejáveis, enquanto que na mídia social é participativa, as pessoas conversam e esperam que as marcas façam o mesmo, com informações relevantes e úteis para elas. O expectador confia cada vez menos na propaganda paga, a prova está no resultado da pesquisa realizada pela empresa americana Edelman de Relações Públicas dos EUA. Embora sem dados para o Brasil, o levantamento apontou que para os jovens adultos americanos (entre 25 e 34 anos), a Wikipédia, os blogs e o YouTube superam em credibilidade a propaganda tradicional, quando o assunto são empresas.

Qual a credibilidade de cada fonte de informação sobre uma empresa?* 



 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Blog do digital age. 
Pesquisa : Trust Barometrer 2008, Edelman (*somente respostas “extrema credibilidade” ou “muita credibilidade”)

A comunicação de uma empresa nas mídias sociais deve ser permanente e não sazonal, por períodos como é feita na mídia tradicional. Como diz o Marcelo em seu artigo “Capital social não se “compra”, se constrói. Através de interações relevantes, recíprocas e duradouras-ou seja, um projeto de comunicação com redes sociais não vai caber na régua estreita do “ROI” de orçamentos mensais. Mais do que grandes números –ou investimentos— exige um trabalho constante e perene.

Com a Mídia Social  conversarmos com os nossos clientes em grande escala, respondemos os seus elogios, opiniões e também as críticas, podemos monitorar o que estão falando de nossa empresa e solucionar um problema muitas vezes em tempo real.

Não se engane ao pensar que todos os seus clientes estão satisfeitos com sua empresa, por isso, atenda as necessidades desses clientes antes que disseminem suas insatisfações em suas redes sociais.

Por: Airton Hilário Schaefer 

Pesquisa Eleições 2012 – Blumenau | infográfico | Confira a presença online de cada candidato.

A corrida eleitoral nas redes sociais. A pesquisa realizada pela Trade Mídia e Ric TV Record Blumenau através da ferramenta de monitoramento de mídias sociais revelou a presença online dos candidatos à prefeitura de Blumenau. As citações capturadas dizem respeito ao período de 30/09/2012 a 02/10/2012. O resultado é relacionado a quantidade de vezes que o candidato é citado nas mídias sociais e não é diretamente ligado a intenções de voto.

Confira todas as informações no infográfico:

O consumo digital e a influência digital no consumo

Antes de comprar um carro, por exemplo, o suposto cliente busca saber tudo sobre o modelo desejado. Pede opinião para amigos que já o tiveram, lê revistas sobre o assunto, e, principalmente, pesquisa na internet. A grande internet, onde tudo se encontra. Essa é uma realidade cada vez mais presente. Antes de comprar um objeto de desejo, o usuário entra nos sites das marcas, pesquisa nas redes sociais, lê críticas e elogios.

Afirmando esta ideia, a agência Fleishman-Hillard dos EUA, divulgou neste mês um estudo sobre o comportamento do consumidor digital, que aponta a influência da internet na decisão de compra.

Segundo o levantamento, 66% dos entrevistados utilizam a web para determinar a compra, ou não, de um produto.

Por outro lado, 61% afirmam buscar a opinião de amigos, parentes ou colegas; 61% recorrem ao e-mail; 42% à televisão; 43% utilizam os jornais impressos para fazer a escolha; 37% mala direta; e, empatados com 28% cada, revistas e emissoras de rádio aparecem com menor escala na influência de compra.

E toda essa influência da internet, aliada a influência dos amigos e parentes traz benefícios também para o consumo digital. Principalmente o social-commerce, onde as vendas são feitas diretamente nas redes sociais. De acordo com Ricardo Grandinetti, gerente de produtos da LikeStore (www.likestore.com.br – site responsável por disponibilizar vendas pelo facebook), o comportamento social moderno mostra como a internet tem importância no dia a dia das pessoas nos dias de hoje. “Até as coisas mais simples são feitas dentro da rede atualmente. O tradicional boca a boca continua existindo hoje, por meio das redes sociais. É comum encontrar pessoas no Facebook, ou no Twitter, procurando mais informações sobre algum produto especifico”, explica. “Isso abre um grande caminho para o crescimento do social commerce, que utiliza a opinião dos próprios amigos para recomendar positiva, ou negativamente, um produto”, afirma Grandinetti.

A tecnologia está ao nosso redor e a nosso favor. Cabe a nós utilizá-la com sabedoria e aproveitar as novidades. Porque afirmar que a internet traz resultados já está comprovado.

 

Por: Sara Setter

Fonte: Vitrine Publicitária

Mais novidades na versão do Tradefollow!

  Confira as mais novas atualizações da nossa ferramenta de monitoramento de mídias sociais, AJ 12 OVO TradeFollow: – Suporte a dois novos gráficos de estatísticas Dois novos gráficos estatísticos foram disponibilizados para o grupo “Autor”:

  • Top 20 Autores por Menções: retorna o gráfico com os 20 autores com maior volume de publicações para os filtros selecionados. Clicando na barra do gráfico, Women Air Jordan 9 é possível verificar mais informações sobre o autor, palavras associadas e as citações associadas.
  • Top 20 Autores por Audiência: retorna o gráfico com os 20 autores com maior audiência em suas publicações para os filtros selecionados (somente autores do Twitter, FaceBook ). Clicando na barra do gráfico, Nike Air Max 2016 Dames Zwart é possível verificar mais informações sobre o autor, adidas 2017 pas cher palavras associadas e as citações associadas.

  – Suporte a monitoramento de Feeds RSS A ferramenta possibilita agora o monitoramento de Feeds RSS específicos, Nolan Ryan Baseball Jersey cadastrados pelos usuários. Maglie Minnesota Timberwolves Para adicionar basta selecionar “Novo Monitoramento” > “RSS Feed”, que um novo formulário de cadastro será carregado. Será solicitado então o link completo de RSS desejado (verifique sempre se o link está precedido de http:// ou https:// para o perfeito funcionamento). Ao clicar em “Testar”, Maglie Atlanta Hawks todas citações disponíveis no momento para esse feed serão exibidos. Essa quantidade dependerá de cada fonte adicionada, porem ao salvar o monitoramento, as novas atualizações serão acompanhadas constantemente, Scarpe Nike Online Shop Outlet possibilitando o acompanhamento por grandes períodos.

Brasil: uma potência na Internet

O Brasil realmente é um país emergente quando falamos em Internet, na semana passada publicamos em nosso blog o post “Web em tempo real” números que nos posiciona como segundo país no mundo com maior número de perfis no Twitter criados antes do dia 1 de janeiro de 2012. Nike Air Max 2016 Dames blauw Outra excelente notícia foi sobre as previsões de que o Brasil perde somente para CHINA na relação dos 10 países com maior poder de compra na internet. Adidas Pas Cher A notícia da semana nesse início de ano foi sobre o surpreendente desempenho na venda de computadores, chegamos à marca de 15,4 milhões de máquinas em 2011. nike air max pas cher Mais uma vez os números colocam o Brasil entre as principais potências na internet. nike air max goedkoop De acordo com o estudo Brazil Quarterly PC Tracker, a venda de computadores superou as previsões para o ano de 2011 que era de 15,3, atingindo a marca de 15,4 milhões de equipamentos, sendo que 55% são notebooks e netbooks e 45% de desktops. Kyrie 2 Scarpe Deste total 70% foram destinados ao uso doméstico e 30% ao segmento corporativo incluindo governo. Maglia Andre Drummond A pergunta que fazemos: Por que não somos líderes? Não compramos computadores apenas para digitalizar e organizar nossas pastas de arquivos, um país como o nosso que lidera a participação nas mídias sociais é a maior prova que:

o nosso desejo é de interagir e compartilhar nossos conteúdos ao invés de apenas arquivá-los.

A primeira coisa que pensamos é comprar a melhor máquina e a segunda o melhor plano do mercado de acesso à internet. adidas uk Um grande número de computadores ainda não está conectado a internet, 96% da população das classes C e D têm acesso à internet, porém apenas 23% acessa a web diariamente, isso porque o valor dos planos que pagamos de banda larga chega a ser cinco vezes mais caro que no Japão, por exemplo. C.J. Wilson Jersey A solução está nas mãos do governo federal que promete alcançar a meta de mais de 70% das residências conectadas à internet. billig nike air norge Dilma promete até 2014 atingir 40 milhões de lares com acesso à internet com valor pela metade do que é cobrado atualmente.