O que é mídia social para sua empresa?

 

Esse é um tema frequentemente debatido e muitas empresas gostariam de dominar e entender toda essa revolução que a internet vem passando. Todas as suas transformações desde o surgimento da web 2.0 e do avanço das redes sociais. Na verdade a maioria das empresas ainda olha para as mídias sociais como um lugar com uma grande audiência para veicular o seu comercial.

O primeiro grande desafio é o fator cultural, as empresas e agências de publicidade estão acostumadas a calcular GRP de um veículo de mídia ou programação que possuem grande audiência para atingir o seu público-alvo. Trabalham a verba do cliente utilizando várias outras formulas como CPM, CPP, entre outras, para alcançar o melhor investimento. E nas mídias sociais compramos audiência?

Marcelo Coutinho diretor de Análise de Mercado do IBOPE Inteligência em seu artigo “Quanto vale uma rede social ?”  , nos faz refletir e ajuda a entender e a melhor conceituar uma rede social. Para Marcelo Coutinho é um equivoco medir o valor de uma rede social pela sua audiência, pois equivale a igualar um “espectador” a um “amigo” ou “inimigo”.

“Uma rede social é algo infinitamente mais valioso que uma audiência, mas ao mesmo tempo é mais fluida, menos passiva e mais instável.

Ela não se baseia em critérios “imobiliários” de compra e venda de “espaço” entre seus integrantes, como na mídia tradicional. Sua “moeda” é outra: a capacidade de mobilizar indivíduos (ou avatares) em torno de um tema. Esta capacidade tem um conceito equivalente ao que na sociologia é chamado de “capital social”.

Eu prefiro chamar Rede Social de “Mídia Social” porque redes sociais sempre existiram mesmo antes do surgimento da internet, nossa comunidade é uma rede social composta por pessoas que interagem entre si. É claro que a mídia tradicional e mídia social são parecidas e podem ser exploradas para trabalhar qualquer marca, porque são meios de comunicação e com grande valor de resultado.

A grande diferença a meu ver está na “Comunicação”, na mídia tradicional a ação publicitária é predatória e muitas vezes com mensagens indesejáveis, enquanto que na mídia social é participativa, as pessoas conversam e esperam que as marcas façam o mesmo, com informações relevantes e úteis para elas. O expectador confia cada vez menos na propaganda paga, a prova está no resultado da pesquisa realizada pela empresa americana Edelman de Relações Públicas dos EUA. Embora sem dados para o Brasil, o levantamento apontou que para os jovens adultos americanos (entre 25 e 34 anos), a Wikipédia, os blogs e o YouTube superam em credibilidade a propaganda tradicional, quando o assunto são empresas.

Qual a credibilidade de cada fonte de informação sobre uma empresa?* 



 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Blog do digital age. 
Pesquisa : Trust Barometrer 2008, Edelman (*somente respostas “extrema credibilidade” ou “muita credibilidade”)

A comunicação de uma empresa nas mídias sociais deve ser permanente e não sazonal, por períodos como é feita na mídia tradicional. Como diz o Marcelo em seu artigo “Capital social não se “compra”, se constrói. Através de interações relevantes, recíprocas e duradouras-ou seja, um projeto de comunicação com redes sociais não vai caber na régua estreita do “ROI” de orçamentos mensais. Mais do que grandes números –ou investimentos— exige um trabalho constante e perene.

Com a Mídia Social  conversarmos com os nossos clientes em grande escala, respondemos os seus elogios, opiniões e também as críticas, podemos monitorar o que estão falando de nossa empresa e solucionar um problema muitas vezes em tempo real.

Não se engane ao pensar que todos os seus clientes estão satisfeitos com sua empresa, por isso, atenda as necessidades desses clientes antes que disseminem suas insatisfações em suas redes sociais.

Por: Airton Hilário Schaefer 

Qual o maior patrimônio da sua empresa?

Perguntei para um professor de marketing e administrador: “Qual o maior patrimônio da sua empresa?” Ele respondeu: “Marca”. Você concorda? Uma marca forte e bem posicionada é conseqüência de um trabalho voltado sempre para o cliente, precisamos saber o que ele realmente precisa e espera que façamos por ele. Em muitos casos o ponto de distribuição é mais importante que a marca, se temos como preferência ou como hábito comprar num determinado supermercado, por exemplo, não mudamos de estabelecimento pelo simples fato de não encontrarmos a marca que desejamos, normalmente apenas reclamamos para o gerente. fjallraven kanken Na prática é assim mesmo, a marca tem mais importância para muitos do que o cliente que é o maior ativo de qualquer empresa. Billige Nike Sko A verdade é que na maioria dos casos os clientes são tratados da mesma forma como se estivessem comprando pela primeira vez, sem uma política de preços diferenciada, tudo é tabelado de forma padronizada até o atendimento dos vendedores, não existe diferenciação nenhuma para clientes antigos e ativos. Matthew Stafford Jerseys Quem ainda não recebeu uma campanha de “boas vindas”? Com descontos especiais, somente para novos clientes. E você sendo um cliente de muitos anos, como se sentiria em pagar mais caro do que um cliente novo?

“Todos esperam lealdade de seus clientes e como isso será possível se a recíproca não é verdadeira?”

Todos nós sabemos que se gasta muito mais para conquistar um novo cliente que para manter um antigo e muitas das vezes perdemos mais do que ganhamos. Claro, é válida a estratégia de buscar novos clientes para o crescimento de uma empresa, o que não pode acontecer é que essa busca muitas vezes sem limites prejudique o nosso relacionamento com os já conquistamos e vale lembrar que são esses clientes que garantem a estabilidade da empresa. Nike Air Max 2017 Femme O que fazer então para estar mais próximo e envolvido com o cliente? 1- Mantenha seu banco de dados sempre atualizado e segmentado utilizando a curva ABC de clientes, isso permite um melhor atendimento de forma personalizada e contribui para que sua equipe de vendas canalize melhor seus esforços. Classifique seus clientes, exija de seu vendedor relatórios, descubra o potencial de cada cliente, quanto ele gasta e quanto pode vir a gastar. Esse exercido deve ser diário e de forma disciplinada com informações atuais dos novos clientes, dos atuais e também dos perdidos – aqueles que deixaram de comprar nos últimos meses; 2- Crie um relacionamento duradouro com os seus clientes com informações úteis para eles através de um newsletter por mês com matérias relevantes, faça com que esses clientes conheçam sua marca e tenham uma boa impressão do seu produto ou serviço. Essas matérias devem ter link para o blog ou site com espaço para comentários e nunca deixe de publicá-los mesmo que seja uma crítica, essa forma participativa e transparente passa credibilidade. Adidas Gazelle Heren 3- Realize pesquisa para saber se o seu cliente está satisfeito ou não com sua empresa, o E-mail Marketing se apresenta como um excelente meio para essa finalidade. nike air max chaussure Se seus clientes estão satisfeitos é porque você fez muito mais do que entregar o que prometeu, fez com que eles se sentissem especiais. Adidas Homme Lembre-se! Cliente feliz e satisfeito divide com outros essa experiência positiva, gerando a propaganda boca a boca, melhor que a propaganda paga e com muito mais credibilidade. mochilas kanken

“Podemos concluir então que o maior patrimônio de uma empresa é o CLIENTE.”

Você concorda? Dê a sua opinião! Por: Airton Hilário Schaefer.

Internet em debate

  Acompanho eventos em que a internet é assunto de debate com destaque para as Mídias Sociais, E-commerce e E-mail Marketing. Mochilas Kanken Baratas Participam especialistas da área, SEO’s, programadores, web designers. nike air max 2017 goedkoop Por que não encontramos dirigentes lojistas, entidades representativas da indústria e do governo? Mesmo com o descaso dessas lideranças, o Brasil impulsiona a economia digital do setor de e-commerce da America Latina. Javier Baez Jersey É conhecido como “O Gigante Sul-Americano” porque representa 59,1% do comércio eletrônico, seguido do México (14,2%), Caribe (6,4%), Argentina (6,2%), Chile (3,5%), Venezuela (3,3%), América Central (2,4%), Colômbia (2%) e Peru (1,4%), segundo estudo divulgado pela “América Economia Intelligence”, encomendado pela Visa. Fjällräven Kånken No.2 Não se pode ignorar um setor que cresceu 98,5% nos últimos dois anos e esse incremento se deve muito aos canais de descontos, com os sites de compras coletivas que estão transformando o comportamento dos consumidores. Fjallraven Kanken No.2 O e-mail marketing é um dos temas mais abordados nesses encontros, por ser o meio mais popular na internet e o que proporciona um maior retorno. nike air max 2016 goedkoop A falta de uma lei que regulamente o e-mail marketing é um dos pontos mais urgentes a serem resolvidos. Taylor Martinez College Jerseys Para que sejam proibidos os bloqueios indevidos de provedores que utilizam regras “burras” quando deveriam configurar os IP’s válidos como idôneos em vez de classificá-los de forma generalizada como SPAMMER. Nike Air Max TN Homme Sabemos que as vendas acontecem depois que as pessoas recebem um e-mail marketing promocional, então, por que o projeto de lei tão importante para o nosso país como o de regulamentação do e-mail marketing tramita no senado por 12 anos e nada se resolve? O problema é que o projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB/MG) conhecido como AI-5 digital, além de ser complexo não consegue acompanhar um meio tecnológico que muda rapidamente, parece que quer resolver muitos problemas de uma vez só. fjallraven kanken classic 16 L Como pode um projeto de lei ser aprovado se ameaça a defesa da liberdade e do progresso do conhecimento?

O assunto E-mail Marketing merece uma lei específica, poderia ser mais simples, porém, bem sucedida para que regulamente de uma vez por toda a boa prática e que penalize os spammer’s responsáveis pela disseminação de vírus na rede.

O que o e-commerce no Brasil precisa é do engajamento de todas as lideranças do setor e também dos políticos no combate a fraude do e-commerce, e de uma lei que regulamente o e-mail marketing… A.J. McCarron College Jerseys Estamos na sétima posição entre os 10 maiores do mundo e podemos muito rapidamente nos destacar entre os 3 maiores como o país com maior poder de compra da internet.

A comunicação nos novos tempos

 

 

O futuro nos encanta. Gostaríamos de saber como será o mundo amanhã. Cientistas e escritores nos mostram um conjunto de cenários de evolução e a maioria das pessoas concorda num ponto fundamental: a tecnologia está mudando de forma acelerada nosso mundo.

Temos acesso a uma variedade de informações que seriam inimagináveis em épocas passadas. Nenhuma outra tecnologia terá mais impacto na vida das pessoas nos próximos anos do que a internet. A digitalização e a interatividade facilitam a disseminação da informação. São fatores de aceleração de um novo formato que derrubará as fronteiras da informação e do conhecimento.

A era semântica se aproxima. A participação com informações e conhecimentos em tempo real, em dados lincados e estruturados, permitirão que os motores de busca cheguem a conclusões e não apenas em simples dados, resultados com base em palavras-chaves.

O caminho para essa nova era começou no final do século passado. Em 1989 Tim  Berners-Lee, um cientista de computação, inventou a World Wide Web, iniciando uma revolução da mídia com a internet. O rádio gratuito via internet aparece, a televisão via internet permite aos telespectadores evitarem comerciais e todos os dias milhões de pessoas leem jornais online.

 

 

O computador supera as vendas dos televisores no Brasil e o tempo de permanência do brasileiro na internet é o maior do mundo. O Flickr torna-se o maior repositório de fotos da história, assim como o YouTube para os filmes e a Wikipedia como dicionário online. O blog se apresenta como importante canal de comunicação e o microblog Twitter possibilita uma comunicação em tempo real. Outras mídias sociais como o Orkut e Facebook lideram o ranking dos sites mais visitados, assim a internet deixa de ser uma rede de computadores e passa ser uma rede de pessoas com o mesmo interesse, convivendo em comunidades.

As marcas se transformam em mídias, os leitores em comentadores. Um em cada três internautas dá sua opinião sobre marcas, produtos e serviços. Os consumidores passaram a gostar de interagir e opinar. Querem mais do que consumir produtos, querem participar da sua criação.

Os profissionais de marketing nos dias de hoje, de crise e redes sociais, precisam monitorar as conversas na internet para descobrir se sua marca é tema de discussão, a melhor maneira de identificar potenciais clientes para suas empresas.

O grande desafio para os profissionais de comunicação é apresentar soluções aos seus clientes para que acompanhem essa evolução. Você já sabe como?

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