10 coisas que sua marca não deve fazer nas redes sociais

Não é novidade que as mídias sociais assumiram um papel fundamental na comunicação de marcas e consumidores e, assim como seu grande alcance pode jogar uma marca ao topo das discussões por uma campanha de sucesso, também pode mandar o trabalho de muito tempo para o espaço por causa de algo que parecia ser um detalhe.

As gafes online já provocaram processos judiciais, má reputação, perda de seguidores e consumidores e – no melhor dos casos – constrangedores pedidos de desculpas em público.

Fique atento nesta lista de erros e escorregões que podem causar má impressão e denegrir a imagem de uma marca no ambiente online – e fora dele.

1-      Fazer spam

Mensagens automáticas e genéricas irritam os seguidores, que se sentem “falando” com uma máquina. Se você quer a atenção e o respeito de seus consumidores, seja autêntico e transparente.

2-      Entrar em discussões polêmicas

Rebater ou discutir temas polêmicos em redes sociais pode prejudicar uma marca se ela ainda não possui um posicionamento claro, público e conhecido dos consumidores. Isso não significa que se deve ficar em cima do muro, mas que é preciso ter cuidado. É mais fácil escorregar quando não se conhece o caminho.

3-      Demorar para atualizar perfis

Perfis desatualizados causam impressão de atraso e descuido. Nas redes sociais, é preciso estar presente e ser ágil nos feedbacks. Faça um planejamento para atualizar seus perfis pelo menos uma vez por dia ou desative-os. Ficar no “semanalmente” ou “mensalmente” é saia justa.

4-      Fazer um post a cada 5 minutos

“As pessoas normalmente pecam mais na falta do que no excesso, mas os dois são prejudiciais”, diz Marco Gomes. “Atualizar diariamente” não signfica inundar a timeline de seus seguidores com mensagens. Tenha cuidado com isso.

5-      Tropeçar na língua

Erros ortográficos são feios em qualquer lugar. Leia mais de uma vez com atenção e sempre revise um texto antes de publicá-lo. Melhor evitar “CAPS LOCK”.

6-      Priorizar feedbacks negativos

Os feedbacks negativos são tão importantes quanto os positivos. Um erro muito comum é ver o problema de uma pessoa como prioridade e tratá-la diferente por isso.

7-      Não ter conteúdo interessante

Os perfis em redes sociais devem ser o reflexo da identidade de marca. Faça promoções, divulgue condições especiais de compra e pagamento, mas também aproveite para ter conteúdos relevantes sobre o universo que rodeia sua marca e está presente no cotidiano de seus clientes.

8-      Fazer críticas a concorrentes

Esse é um ponto muito delicado. Aqui no Brasil temos uma restrição grande a citações de concorrentes. Isso pode ser quebrado nas redes sociais, mas deve ser feito com elegância. Criticar concorrentes e ser arrogante em relação a outras marcas do mesmo segmento pode chamar ainda mais atenção para a concorrência.

9-      Responder de forma rude

Ser rude quando um cliente fala mal de seu produto só piora a situação. Tente entender qual é a razão do descontentamento e ajudar no que for necessário, mas jamais use ironia ou duplo sentido para tentar convencer seu cliente de que ele está errado.

10-  Ter uma linha de comunicação confusa

Gírias, palavrões e linguagem culta demais serão deslizes se não estiverem de acordo com a linha de comunicação da marca. Por isso não podem ser generalizados como grandes causadores de problemas. Conheça seu público e saiba como ele se comunica para impactá-lo sem constrangimentos.

Fonte: EXAME & Marketing

O que é mídia social para sua empresa?

 

Esse é um tema frequentemente debatido e muitas empresas gostariam de dominar e entender toda essa revolução que a internet vem passando. Todas as suas transformações desde o surgimento da web 2.0 e do avanço das redes sociais. Na verdade a maioria das empresas ainda olha para as mídias sociais como um lugar com uma grande audiência para veicular o seu comercial.

O primeiro grande desafio é o fator cultural, as empresas e agências de publicidade estão acostumadas a calcular GRP de um veículo de mídia ou programação que possuem grande audiência para atingir o seu público-alvo. Trabalham a verba do cliente utilizando várias outras formulas como CPM, CPP, entre outras, para alcançar o melhor investimento. E nas mídias sociais compramos audiência?

Marcelo Coutinho diretor de Análise de Mercado do IBOPE Inteligência em seu artigo “Quanto vale uma rede social ?”  , nos faz refletir e ajuda a entender e a melhor conceituar uma rede social. Para Marcelo Coutinho é um equivoco medir o valor de uma rede social pela sua audiência, pois equivale a igualar um “espectador” a um “amigo” ou “inimigo”.

“Uma rede social é algo infinitamente mais valioso que uma audiência, mas ao mesmo tempo é mais fluida, menos passiva e mais instável.

Ela não se baseia em critérios “imobiliários” de compra e venda de “espaço” entre seus integrantes, como na mídia tradicional. Sua “moeda” é outra: a capacidade de mobilizar indivíduos (ou avatares) em torno de um tema. Esta capacidade tem um conceito equivalente ao que na sociologia é chamado de “capital social”.

Eu prefiro chamar Rede Social de “Mídia Social” porque redes sociais sempre existiram mesmo antes do surgimento da internet, nossa comunidade é uma rede social composta por pessoas que interagem entre si. É claro que a mídia tradicional e mídia social são parecidas e podem ser exploradas para trabalhar qualquer marca, porque são meios de comunicação e com grande valor de resultado.

A grande diferença a meu ver está na “Comunicação”, na mídia tradicional a ação publicitária é predatória e muitas vezes com mensagens indesejáveis, enquanto que na mídia social é participativa, as pessoas conversam e esperam que as marcas façam o mesmo, com informações relevantes e úteis para elas. O expectador confia cada vez menos na propaganda paga, a prova está no resultado da pesquisa realizada pela empresa americana Edelman de Relações Públicas dos EUA. Embora sem dados para o Brasil, o levantamento apontou que para os jovens adultos americanos (entre 25 e 34 anos), a Wikipédia, os blogs e o YouTube superam em credibilidade a propaganda tradicional, quando o assunto são empresas.

Qual a credibilidade de cada fonte de informação sobre uma empresa?* 



 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Blog do digital age. 
Pesquisa : Trust Barometrer 2008, Edelman (*somente respostas “extrema credibilidade” ou “muita credibilidade”)

A comunicação de uma empresa nas mídias sociais deve ser permanente e não sazonal, por períodos como é feita na mídia tradicional. Como diz o Marcelo em seu artigo “Capital social não se “compra”, se constrói. Através de interações relevantes, recíprocas e duradouras-ou seja, um projeto de comunicação com redes sociais não vai caber na régua estreita do “ROI” de orçamentos mensais. Mais do que grandes números –ou investimentos— exige um trabalho constante e perene.

Com a Mídia Social  conversarmos com os nossos clientes em grande escala, respondemos os seus elogios, opiniões e também as críticas, podemos monitorar o que estão falando de nossa empresa e solucionar um problema muitas vezes em tempo real.

Não se engane ao pensar que todos os seus clientes estão satisfeitos com sua empresa, por isso, atenda as necessidades desses clientes antes que disseminem suas insatisfações em suas redes sociais.

Por: Airton Hilário Schaefer